Mas quem libertaria dos teus lábios um sorriso, um suspiro ou uma confissão?
30 de setembro de 2010
28 de setembro de 2010
Quer inspiração mais frutífera e mais piegas que um amor não correspondido?
Nessa minha história que não encontra com a tua,
Meus sussurros se perdem no vento e padecem antes de chegar aos teus ouvidos
E ferir meu orgulho admitindo que sinto tua falta
Sou tão ridiculamente tola...
26 de setembro de 2010
23 de setembro de 2010
Covardia
Perfeito como o vento soprava em seus ouvidos,
Sussurrando palavras de amor
Perfeitas como eu sempre quis lhe dizer
E a saudade aqui dentro, já insuportável
A insegurança sempre junto, tão insuperável
Por Deus... minha alma já lhe vela o sono
O que iria acontecer se lhe contasse meus sonhos?
E o vento impiedoso rouba meus versos
E sem pudor, corre para contá-los ao pé dos seus ouvidos
Mas, quem vai impedir o vento?
Ou quem vai culpá-lo pela coragem que eu não tive?
Sussurrando palavras de amor
Perfeitas como eu sempre quis lhe dizer
E a saudade aqui dentro, já insuportável
A insegurança sempre junto, tão insuperável
Por Deus... minha alma já lhe vela o sono
O que iria acontecer se lhe contasse meus sonhos?
E o vento impiedoso rouba meus versos
E sem pudor, corre para contá-los ao pé dos seus ouvidos
Mas, quem vai impedir o vento?
Ou quem vai culpá-lo pela coragem que eu não tive?
21 de setembro de 2010
18 de setembro de 2010
16 de setembro de 2010
13 de setembro de 2010
Meu sangue errou de veia e se perdeu...
O seu cheiro em minha roupa e minha cama
As lembranças dos falsos sorrisos e carinhos
Meu coração sempre pesado, de sobreaviso
Sabia que a ilusão se esgotava devagarinho
Dediquei-lhe muito mais que meu tempo,
minhas noites e meus pensamentos
Foi muito mais do que eu queria,
E a cada vez me prometia que seria a última
Mas, deu errado e eu sempre soube que daria,
Que seria um erro me apaixonar por você
Cultivando sentimentos que apenas me maltratam
Roubando meu sono mais cansado e mais tranquilo
(O teto do meu quarto não me responde
Quando olho com tristeza seu branco enegrecido)
E eu me odeio por cada milímetro de mim saber que mereço muito mais
De ser tão tola por alguém ainda mais tolo
As lembranças dos falsos sorrisos e carinhos
Meu coração sempre pesado, de sobreaviso
Sabia que a ilusão se esgotava devagarinho
Dediquei-lhe muito mais que meu tempo,
minhas noites e meus pensamentos
Foi muito mais do que eu queria,
E a cada vez me prometia que seria a última
Mas, deu errado e eu sempre soube que daria,
Que seria um erro me apaixonar por você
Cultivando sentimentos que apenas me maltratam
Roubando meu sono mais cansado e mais tranquilo
(O teto do meu quarto não me responde
Quando olho com tristeza seu branco enegrecido)
E eu me odeio por cada milímetro de mim saber que mereço muito mais
De ser tão tola por alguém ainda mais tolo
11 de setembro de 2010
You're my shooting star
E quando eu acho que finalmente alguma coisa vai acontecer...
Às vezes, o disparo, às vezes, nada.
Às vezes, o disparo, às vezes, nada.
Estamos brincando de roleta-russa?
9 de setembro de 2010
7 de setembro de 2010
Empty
adjective - 1. containing nothing; having none of the usual or appropriate contents: an empty bottle. 2. without force, effect, or significance; hollow; meaningless: empty compliments; empty pleasures. 3. without knowledge or sense; frivolous; foolish: an empty head. 4. completely spent of emotion: The experience had left her with an empty heart.
3 de setembro de 2010
Piegas
Sinto a saudade no peito
Dilacerar meu coração
Sinto ela fluir aqui dentro
Incontida de agitação
Sinto ela como um nada
A roubar tudo que tenho
Perco a leveza
Despenco das nuvens
Só pela tua ausência
Tua falta rouba minha essência
E o pouco dela que me sobra
Só sabe sentir mais saudades
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