30 de julho de 2012

Até que a ansiedade às vezes me cai bem

Conforme o tempo passa, vou ficando mais ansiosa. Momentos importantes finalmente estão chegando.
Assim, mesmo que a primeira vista pareça paradoxal, minha alma vai ficando mais serena e (isto, admito, não faz mesmo sentido) minha mente mais centrada.
A tranquilidade vem pelo alívio de não ter mais de achar tarefas aleatórias para ocupar meus dias. Eu realmente tenho coisas a fazer. Concluo que a correria me faz bem.
Minhas preocupações passam acompanhando o tempo.
Minha produtividade aumentou e eu, incrivelmente, estou tentando aumentar meus dias dormindo menos.

25 de julho de 2012

O que a tinta vermelha desenha hoje?

1 - Que estou orgulhosa (e um pouquinho encabulada) por ter conseguido dizer o que pensava (o que estava preso há tanto tempo);

2 - Que tem alguma coisa errado com a minha vida e eu não sei o que é;

3 - Que eu preciso achar jeitos melhores de me expressar, porque sou frequentemente mal interpretada;

4 - Que eu preciso me focar em algo específico se quiser algum resultado;

5 - Que eu definitivamente sou improdutiva em casa;

6 - Que eu gosto de provocar, mas não gosto das consequências;

7 - Que eu frequentemente sou incoerente;

8 - Que eu preciso emagrecer;




9 - Que eu preciso datar as coisas!!

21 de julho de 2012

Se eu tivesse mais alma pra dar, eu daria...

De repente, escapam dos meus lábios aquelas palavras que escondi por anos. A resposta foi tão surpreendente, que não consigo fingir que nada aconteceu.
Uma ansiedade me percorre o corpo e me sinto de novo como uma adolescente tola.
Você sempre fez eu me sentir assim.
Isso me fez lembrar o porquê da minha personalidade que se cansa tão rápido das coisas. É que a emoção precisa ser constantemente renovada. Porque a vida é isso: é sentir.

O sorriso nos lábios, indisfarçável. O pensamento longe. Eu sei que nada vai acontecer e que você não vale a pena, mas é gostoso imaginar.

17 de julho de 2012

Sofrem as pessoas de boa memória.

Porque é tão mais fácil esquecer.

Melhor ainda é nem se importar.

12 de julho de 2012

I always cry at endings...

Nestes anos todos,  nunca pensei que o tempo passaria tão depressa e que, ao mesmo tempo, tanta coisa em mim mudaria. Conceitos, comportamentos. Um amadurecimento singelo, mas fundamental.
O tempo passou, e por estes corredores desfilei em sorrisos, friozinhos de barriga, risadinhas, estresses e paixões.
Entre clínicas, festas, esterilizações, viagens e provas, vivi anos e descobri muito mais do que achei que pudesse caber em quatro anos e meio.

O que fica agora é um vazio.
Daqui pra frente, parece que o tempo vai caminhar em um ritmo diferente, talvez até em uma outra direção. Agora é o oceano.

O que sobra neste momento, são ansiedades de um futuro incerto. E muita experiência a se ganhar.

5 de julho de 2012

Neste momento...


Apesar de seguir sempre em frente, impossível não sentir falta de alguns pedacinhos do que é passado. 
Porque eu sei muito bem por onde estiveram todas as pedrinhas que compõe o meu asfalto.