Não importa o quanto faça sol,
Não importa onde eu more,
Está sempre chovendo na minha cidade.
29 de novembro de 2011
24 de novembro de 2011
A solidão
As meias verdades, o silêncio, a indiferença e o cuidar cada um de sua própria vida e só dela.
A necessidade de voltar pra casa e não encontrá-la, a falta de aconchego, a ausência, o desinteresse.
A vontade de permanecer calado, pra sempre. A percepção de que as palavras não se convertem em reações ou sentimentos.
A insatisfação, as entrelinhas, o tempo, o atrás das cortinas e o embaixo dos tapetes.
O querer ir embora pra tentar sentir falta de algo, me encontrar ou encontrar alguém que sinta falta de mim.
Não somos minha figura de felicidade e isso talvez explique porque eu nunca tenha conseguido dizer algo verdadeiro sobre amor.
Na minha casa faz um frio... e parece que é sempre inverno.
21 de novembro de 2011
Mais uma esquina
Confia. Apenas feche os olhos e escute o que o mar e o vento cochicham em seus ouvidos enquanto brincam com seus cabelos
Desprenda-se das amarras e deposite as cordas e correntes num barquinho. Enfeite com aquelas lembranças que você nunca soube muito bem o que fazer, mas que vieram de "alguém especial" (dessas coisas que só servem pra ocupar espaço e atrapalhar a passagem). Lance tudo ao mar e não se preocupe que do seu passado, o tempo, o vento e o oceano se encarregam.
Desprenda-se das amarras e deposite as cordas e correntes num barquinho. Enfeite com aquelas lembranças que você nunca soube muito bem o que fazer, mas que vieram de "alguém especial" (dessas coisas que só servem pra ocupar espaço e atrapalhar a passagem). Lance tudo ao mar e não se preocupe que do seu passado, o tempo, o vento e o oceano se encarregam.
Sê livre, inteira e intensa.
Resgate sua essência e volte a acreditar que vai valer a pena.
Resgate sua essência e volte a acreditar que vai valer a pena.
18 de novembro de 2011
Apenas sorria e finja que se importa...
Do que permanece, do mofo, do sol,
Do mal humor, da rotina, do tempo,
Do caos (se ele existisse e se fosse meu),
Das palavras que eu não disse, mas que também não teria ninguém disposto a ouvir,
Do vago e do irritantemente preciso,
Das garantias que só existem na teoria.
Eu cansei.
Porque a vida vai ser sempre (e cada vez mais) tédio.
E, por mais que eu faça, por mais que eu seja, o que isso muda?
13 de novembro de 2011
Perder-me em acordes ou cores, talvez...
Preciso aprender novas formas de me expressar. Minhas palavras se repetem num tom patético e até isto está virando tédio.
4 de novembro de 2011
Just a temporary fix?
Parece incrível que, entre tantas pessoas, num infinito de possibilidades e depois de outras que por ti passaram, mas foram buscar coisas melhores, ele te escute e te veja e mesmo assim queira ficar ao teu lado. Que depois de tudo que fizeste, ele ainda permaneça.
O medo do que é passado e a vontade de virar as costas (porque é bem mais fácil fingir que não se importa) voltam maiores que nunca.
Controla sua covardia e confia. Viver é assim mesmo.
Se acontecer o pior, só não se esqueça de sorrir.
O medo do que é passado e a vontade de virar as costas (porque é bem mais fácil fingir que não se importa) voltam maiores que nunca.
Controla sua covardia e confia. Viver é assim mesmo.
Se acontecer o pior, só não se esqueça de sorrir.
1 de novembro de 2011
Rewrite
Entenda que você sempre pode recomeçar e que isto de maneira alguma significa esquecer seus erros ou ter orgulho de todo seu passado.
Aceita sua personalidade e seus defeitos, mas lembre-se sempre de que pode melhorar.
Não faça mais promessas que vão de encontro com sua essência. Essas coisas de "nunca mais" não lhe fazem bem.
Resgate todos os sentimentos bons da sua infância e, por mais que você se despreze, volte a acreditar que vale a pena ser gentil.
Conforme-se que o mundo não é justo e que às vezes seus esforços não serão recompensados, mas, por favor, não desanime, continue sorrindo e fazendo seu melhor.
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