12 de julho de 2012

I always cry at endings...

Nestes anos todos,  nunca pensei que o tempo passaria tão depressa e que, ao mesmo tempo, tanta coisa em mim mudaria. Conceitos, comportamentos. Um amadurecimento singelo, mas fundamental.
O tempo passou, e por estes corredores desfilei em sorrisos, friozinhos de barriga, risadinhas, estresses e paixões.
Entre clínicas, festas, esterilizações, viagens e provas, vivi anos e descobri muito mais do que achei que pudesse caber em quatro anos e meio.

O que fica agora é um vazio.
Daqui pra frente, parece que o tempo vai caminhar em um ritmo diferente, talvez até em uma outra direção. Agora é o oceano.

O que sobra neste momento, são ansiedades de um futuro incerto. E muita experiência a se ganhar.